{"id":12572,"date":"2021-12-05T18:36:13","date_gmt":"2021-12-05T18:36:13","guid":{"rendered":"https:\/\/gem.pt\/1\/?page_id=12572"},"modified":"2021-12-20T23:20:07","modified_gmt":"2021-12-20T23:20:07","slug":"poco-do-limarinho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/publicacoes\/cavidades-artificiais\/poco-do-limarinho\/","title":{"rendered":"Po\u00e7o do Limarinho"},"content":{"rendered":"<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/Poco-do-Limarinho-ph8dgcmnsz1y2u5sio6bw1k0mm15ytol850sdtgr6o.jpg\" title=\"Poco do Limarinho\" alt=\"Poco do Limarinho\" \/><figcaption>Trabalhos Espeleol\u00f3gicos no Parque Arqueol\u00f3gico do Vale Superior do Rio Terva<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t5 de Dezembro de 2021<\/p>\n<p>Vitor Amendoeira<sup>1<\/sup>, Marta Borges<sup>1<\/sup>, Fortunato Videira<sup>1<\/sup><\/p>\n<ol>\n<li style=\"letter-spacing: normal; margin: 10px; padding: 0px; font-family: Questrial; font-size: 13px; white-space: pre-line; line-height: 0.9;\">Grupo de Espeleologia e Montanhismo, Rua General Pereira de E\u00e7a, n\u00ba30, 2380-075 Alcanena<\/li>\n<\/ol>\n<p><em style=\"letter-spacing: normal; caret-color: #999999; color: #999999; font-family: 'Trebuchet MS', Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12.100000381469727px;\">Email de correspond\u00eancia: geral@gem.pt<\/em><em style=\"letter-spacing: normal; caret-color: #999999; color: #999999; font-family: 'Trebuchet MS', Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12.100000381469727px;\"><br \/><\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>\u00a0Introdu\u00e7\u00e3o<br \/>\nO vale e o seu rio Terva configuram um amplo alv\u00e9olo em concha aberta para Sul, com in\u00fameras colinas, outeiros e lombas, onde afloram as massas gran\u00edticas modeladas pelos movimentos tardi-hercinicos, apresentando muitas dessas massas gran\u00edticas veios ou fil\u00f5es quartz\u00edferos que incorporam mineraliza\u00e7\u00f5es correspondentes \u00e0s jazidas prim\u00e1rias de ouro (Ramos, 2015).&nbsp;As minas do Limarinho constituem a express\u00e3o paisag\u00edstica da minera\u00e7\u00e3o antiga do Vale do Terva. Para al\u00e9m da explora\u00e7\u00e3o a c\u00e9u aberto, de que se destaca os desmontes realizados, como revelam as cortas, trincheiras e pir\u00e2mides residuais surge um po\u00e7o vertical e uma galeria de escoamento de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Localiza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O Vale do rio Terva situa-se no Norte de Portugal, no distrito de Vila Real, Munic\u00edpio de Boticas.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/mapa_terva1.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Mapa do Parque Arqueol\u00f3gico do Vale do Terva\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/mapa_terva1-ph7ti7xduoi83k70036lq0zo53h0f06p3mfg0ghd08.jpg\" title=\"Mapa do Parque Arqueol\u00f3gico do Vale do Terva\" alt=\"Mapa do Parque Arqueol\u00f3gico do Vale do Terva\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 1 \u2013 Mapa do Parque Arqueol\u00f3gico do Vale do Terva<\/figcaption><\/figure>\n<p>Atividades de Campo<\/p>\n<p><strong>17 de Julho<\/strong><\/p>\n<p>Inici\u00e1mos os trabalhos na mina de \u00c1gua de Limarinho. A primeira a\u00e7\u00e3o efetuada foi limpar o mato junto ao dique da entrada e abrir o dique. A \u00e1gua que tocava o teto da mina, esteve a escoar por gravidade com um caudal aceit\u00e1vel durante 3 horas, tendo o n\u00edvel de \u00e1gua baixado cerca de 70 cm. A sa\u00edda de \u00e1gua foi melhorada para permitir escoar essa \u00e1gua por gravidade.\u00a0No per\u00edodo da tarde, coloc\u00e1mos uma bomba de \u00e1gua (com um caudal aproximado de 16000 litros de \u00e1gua por hora) que bombeou durante 2 horas. O n\u00edvel de \u00e1gua desceu cerca de 10 cm em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cota inicial, o que nos deu indica\u00e7\u00e3o de recarga a montante.\u00a0Deix\u00e1mos a \u00e1gua da mina a descarregar por gravidade durante uma semana.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170148_MB.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Mato \u00e0 entrada da mina de \u00e1gua\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170148_MB.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170148_MB.jpg 800w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170148_MB-16x12.jpg 16w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 2 - Mato \u00e0 entrada da mina de \u00e1gua<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170171_MB.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Coloca\u00e7\u00e3o da Bomba de \u00e1gua na mina\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170171_MB.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170171_MB.jpg 800w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/P7170171_MB-16x12.jpg 16w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 3 - Coloca\u00e7\u00e3o da bomba de \u00e1gua na mina<\/figcaption><\/figure>\n<figure style=\"width: 500px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; \"><a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3661.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3661.jpg\" alt=\"\" height=\"333\" \/><\/a><figcaption style=\"color: #444444; font-family: Questrial; font-size: 14px; background-color: #f0f0f0; padding: 8px;\">Figura 4 - Espele\u00f3logo a descer o po\u00e7o<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>24 de Julho<\/strong><br \/>\nA mina estava a descarregar por gravidade a uma velocidade muito baixa, corria um fio de \u00e1gua. Para acelerar o processo coloc\u00e1mos a bomba de \u00e1gua a funcionar. Esta esteve 3:50 horas a descarregar.<br \/>\nParte da equipa foi topografar o po\u00e7o. No po\u00e7o, o cad\u00e1ver de um animal encontrado na anterior visita j\u00e1 se tinha decomposto. Assinal\u00e1mos a presen\u00e7a, na base do po\u00e7o, de uma r\u00e3 e uma cobra.<br \/>\nNo per\u00edodo da tarde coloc\u00e1mos a bomba a funcionar mais tr\u00eas horas e tent\u00e1mos progredir na galeria. O n\u00edvel da \u00e1gua na zona da bomba dava pelos joelhos. A galeria tem uma sec\u00e7\u00e3o de 1,70 metros de largura por 1,90 metros de altura.<br \/>\nInici\u00e1mos a progress\u00e3o, a base da galeria come\u00e7ou a descer e enterr\u00e1vamo-nos em sedimentos at\u00e9 aos joelhos, fazendo com que o n\u00edvel da \u00e1gua chegasse pelo peito. A progress\u00e3o tornou-se extremamente dif\u00edcil e insegura. J\u00e1 conseguimos ver um ressalto com algumas rochas, poss\u00edvel um abatimento a cerca de 80 metros da entrada.Decidimos abortar a explora\u00e7\u00e3o por quest\u00f5es de seguran\u00e7a.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSolicit\u00e1mos coopera\u00e7\u00e3o \u00e0 C\u00e2mara Municipal de Boticas, para que esta disponibiliza-se uma bomba de maior d\u00e9bito, de modo a se poder progredir em seguran\u00e7a e vencer o caudal de \u00e1gua proveniente da mina.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAo final do dia a galeria ficou em carga e a escoar por gravidade.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA C\u00e2mara Municipal de Boticas informou que os Bombeiros de Boticas iriam ajudar na miss\u00e3o de escoar a \u00e1gua e agendou-se a data para a opera\u00e7\u00e3o para 5 de agosto.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDia 3 de agosto os bombeiros foram avaliar o local e estiveram hora e meia a bombear \u00e1gua escoando 90.000 litros. No dia 4 \u00e0 tarde voltaram e a recarga j\u00e1 tinha subido o n\u00edvel da \u00e1gua. Voltaram a drenar mais 90.000 litros.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-Poco-do-Limarinho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1588\" height=\"1123\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-Poco-do-Limarinho.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-Poco-do-Limarinho.png 1588w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-Poco-do-Limarinho-18x12.png 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 1588px) 100vw, 1588px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 5 - Topografia da Mina \u2013 Po\u00e7o do Limarinho<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>5 de Agosto<\/strong><\/p>\n<p>Eram 9:15 horas quando os bombeiros iniciaram a opera\u00e7\u00e3o de bombeamento. Ap\u00f3s 1:15 horas t\u00ednhamos condi\u00e7\u00f5es para entrar.\u00a0A progress\u00e3o foi feita sensivelmente com o n\u00edvel de \u00e1gua pelos joelhos. Ap\u00f3s 36 metros de progress\u00e3o encontrou-se um ressalto com 70 cent\u00edmetros de altura de areia coberto por uma fina camada de argila. Conseguimos, de joelhos, progredir at\u00e9 um caos de blocos a 42 metros do inicio do ressalto. Trata-se de um desmoronamento onde a \u00e1gua passa entre blocos e a parede. Recolhemos dados topogr\u00e1ficos e efetu\u00e1mos fotografias.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3737.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Obstru\u00e7\u00e3o no fim da galeria\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3737.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3737.jpg 800w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3737-18x12.jpg 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 6 - Obstru\u00e7\u00e3o no fim da galeria<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3752.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Sedimentos na parte final da galeria\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3752.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3752.jpg 800w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DSC_3752-18x12.jpg 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 7 - Sedimentos na parte final da galeria<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-de-agua-do-Lamirinho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1588\" height=\"1123\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-de-agua-do-Lamirinho.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-de-agua-do-Lamirinho.png 1588w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Mina-de-agua-do-Lamirinho-18x12.png 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 1588px) 100vw, 1588px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 8 - Topografia da Mina de \u00c1gua do Limarinho<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tConclusions<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDa explora\u00e7\u00e3o efetuada podemos concluir que:<br \/>\ni)\u00a0A mina de \u00e1gua tem na zona explorada um desenvolvimento de 78m com 0,5m de desn\u00edvel;<br \/>\nii)\u00a0O Po\u00e7o do Limarinho tem uma profundidade de 15m e um desenvolvimento de 19m;<br \/>\niii)\u00a0Na desobstru\u00e7\u00e3o onde se suspendeu a explora\u00e7\u00e3o est\u00e1-se a 62 metros de dist\u00e2ncia do Po\u00e7o do Limarinho (em linha reta) e 10 metros abaixo da cota da base do po\u00e7o;<br \/>\niv)\u00a0A mina de \u00e1gua tem uma recarga de \u00e1gua elevada. 90.000 litros de \u00e1gua foram repostos em menos de 12 horas;<br \/>\nv)\u00a0Quando a mina est\u00e1 em carga, o caudal \u00e9 baixo na sa\u00edda motivado por os n\u00edveis serem possivelmente iguais dos dois lados da obstru\u00e7\u00e3o. Esta situa\u00e7\u00e3o antev\u00ea prov\u00e1vel exist\u00eancia de galerias inundadas a montante tornando perigosa a desobstru\u00e7\u00e3o.Recomenda\u00e7\u00f5es<br \/>\nPara fazer a desobstru\u00e7\u00e3o na mina de \u00e1gua, ser\u00e1 necess\u00e1rio:<br \/>\ni)\u00a0Rebaixar a entrada com retroescavadora para a \u00e1gua fluir por gravidade, com um caudal maior;<br \/>\nii)\u00a0Retirar todo o sedimento;<br \/>\niii)\u00a0Ap\u00f3s escoamento da \u00e1gua iniciar a desobstru\u00e7\u00e3o. Este trabalho requer avalia\u00e7\u00e3o de um ge\u00f3logo ou Eng. de Minas.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Perfil-da-Mina-e-Poco-do-Limarinho.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1588\" height=\"1123\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Perfil-da-Mina-e-Poco-do-Limarinho.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Perfil-da-Mina-e-Poco-do-Limarinho.png 1588w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Perfil-da-Mina-e-Poco-do-Limarinho-18x12.png 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 1588px) 100vw, 1588px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 9 - Perfil do terreno com implanta\u00e7\u00e3o da mina de \u00e1gua e po\u00e7o \u00e0 escala<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tBibliography<\/p>\n<ul>\n<li style=\"letter-spacing: normal; caret-color: #000000; color: #000000; font-family: Questrial; font-size: 14px; text-align: justify; white-space: pre-line;\">MARTINS, C. M. B. (2008a) - <i>A explora\u00e7\u00e3o mineira romana e a metalurgia do ouro em Portugal<\/i>. Braga: Universidade do Minho (Cadernos de Arqueologia. Monografias n.\u00ba 14)<\/li>\n<li style=\"letter-spacing: normal; caret-color: #000000; color: #000000; font-family: Questrial; font-size: 14px; text-align: justify; white-space: pre-line;\">RAMOS, J. (2015) - <i>Recursos minerais da regi\u00e3o do Rio Terva<\/i>(Concelho de Boticas. Em C. M. Martins (Ed.) Explora\u00e7\u00e3o Mineira Aurifera da \u00c9poca Romana. Da Extra\u00e7\u00e3o ao Paleoambiente (pp.19-36). Boticas: C\u00e2mara Municipal de Boticas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Texto: Vitor Amendoeira (GEM)<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trabalhos Espeleol\u00f3gicos no Parque Arqueol\u00f3gico do Vale Superior do Rio Terva 5 de Dezembro de 2021 Vitor Amendoeira1, Marta Borges1, Fortunato Videira1 Grupo de Espeleologia e Montanhismo, Rua General Pereira de E\u00e7a, n\u00ba30, 2380-075 Alcanena Email de correspond\u00eancia: geral@gem.pt \u00a0Introdu\u00e7\u00e3o O vale e o seu rio Terva configuram um amplo alv\u00e9olo em concha aberta para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"parent":2793,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-12572","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/12572","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12572"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/12572\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2793"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}