{"id":15964,"date":"2022-12-17T21:00:15","date_gmt":"2022-12-17T21:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/gem.pt\/1\/?page_id=15964"},"modified":"2025-08-03T17:44:17","modified_gmt":"2025-08-03T16:44:17","slug":"projeto-corredor-vale-da-trave-moitas-venda-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/publicacoes\/carso-e-endocarso\/projeto-corredor-vale-da-trave-moitas-venda-2\/","title":{"rendered":"Projeto Corredor Vale da Trave &#8211; Moitas Venda 2"},"content":{"rendered":"<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/pan-r9222i0ony8bx27dssyp5jw0v7zat6xa4jvoi4gs68.jpg\" title=\"pan\" alt=\"pan\" loading=\"lazy\" \/><figcaption>Projeto Corredor Vale da Trave - Moitas Venda - Parte II<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t17 de Dezembro de 2022<\/p>\n<p>Ribeiro, Jos\u00e9\u00a01, Rodrigues, Paulo\u00a0<sup>1,2,3<\/sup><\/p>\n<ol>\n<li style=\"letter-spacing: normal; margin: 10px; padding: 0px; font-family: Questrial; font-size: 13px; white-space: pre-line; line-height: 0.9;\">Grupo de Espeleologia e Montanhismo, Rua General Pereira de E\u00e7a, n\u00ba30, 2380-075 Alcanena<\/li>\n<li style=\"letter-spacing: normal; margin: 10px; padding: 0px; font-family: Questrial; font-size: 13px; white-space: pre-line; line-height: 0.9;\">N\u00facleo dos Amigos das Lapas Grutas e Algares\u00a0<\/li>\n<li style=\"letter-spacing: normal; margin: 10px; padding: 0px; font-family: Questrial; font-size: 13px; white-space: pre-line; line-height: 0.9;\">Comiss\u00e3o Cient\u00edfica da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Espeleologia,Estrada Calhariz de Benfica, 187, 1500-124 Lisboa\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n<p><em style=\"letter-spacing: normal; caret-color: #999999; color: #999999; font-family: 'Trebuchet MS', Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12.100000381469727px;\">Email de correspond\u00eancia: paulor2005@yahoo.com<\/em><em style=\"letter-spacing: normal; caret-color: #999999; color: #999999; font-family: 'Trebuchet MS', Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12.100000381469727px;\"><br \/><\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Independentemente da pandemia, da guerra e de todos os \"males\" que nos possam atingir, nada nos demove, continuamos a trabalhar e a divulgar os nossos trabalhos a toda a comunidade espele\u00f3loga e a quem mais queira ver!\u00a0Apesar de tamb\u00e9m estarmos a trabalhar noutros projetos, tais como Almonda Novo, Algar da Lomba ou Algares do Cabe\u00e7o dos Alecrineiros, entre outros, sempre que podemos aqui regressamos onde sempre nos recebem t\u00e3o bem.\u00a0Nesta publica\u00e7\u00e3o apresentamos os algares onde se desenrolaram os \u00faltimos trabalhos, a saber: Algar da Marradinha II e Algar dos Lat\u00f5es.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P2260095.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"P2260095\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTU5NzAsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9QMjI2MDA5NS5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/P2260095.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 1 - Zona t\u00edpica no Planalto de Santo Ant\u00f3nio (Foto: Paulo Lopes - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/mapa.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 2 - Imagem de sat\u00e9lite com implementa\u00e7\u00e3o dos algares j\u00e1 topografados.\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTU5NjksInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9tYXBhLmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img width=\"1024\" height=\"725\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/mapa.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 2 - Imagem de sat\u00e9lite com implementa\u00e7\u00e3o dos algares j\u00e1 topografados.<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tAlgar da Marradinha II<br \/>\nJ\u00e1 muito se trabalhou e escreveu sobre este algar, um \"cl\u00e1ssico\" na nossa comunidade.<br \/>\nComo espele\u00f3logo tive a minha primeira visita a esta bela cavidade h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas. E foi precisamente esta uma das grutas que me fez continuar a ser espele\u00f3logo e a amar tanto este \"misto\" de desporto, ci\u00eancia e aventura.<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img3.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 3 - Entrada do Algar da Marradinha II (Foto: Rui Ferreira - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTU5NzQsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWczLmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img width=\"1000\" height=\"750\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img3.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 3 - Entrada do Algar da Marradinha II (Foto: Rui Ferreira - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img4.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 4 - Zona da Galeria Tubiformes (Foto: Teresa Cardoso - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTU5NzUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWc0LmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"750\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img4.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 4 - Zona da Galeria Tubiformes (Foto: Teresa Cardoso - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img5.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 5 - Zona do Meandro Esquecido, marcas de pisoteio (Foto: Marco Matias - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTU5NzYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWc1LmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"750\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img5.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 5 - Zona do Meandro Esquecido, marcas de pisoteio (Foto: Marco Matias - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tObservamos que a gruta apresenta em zonas de passagem muitas marcas de pisoteio e algumas forma\u00e7\u00f5es partidas, fruto, na minha modesta opini\u00e3o, de desobstru\u00e7\u00f5es ali efetuadas h\u00e1 muito, n\u00e3o sendo alheio o facto de, a partir da profundidade de 40 metros, a gruta ter muito sedimento acumulado, nomeadamente argila. Com o conhecimento que temos da cavidade, esta simplesmente n\u00e3o recuperou, possivelmente pelo facto de chover cada vez menos.<br \/>\nFalando por mim, pelo GEM, e porque n\u00e3o pela Comiss\u00e3o de Ensino da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Espeleologia (F.P.E.), que define as regras de forma\u00e7\u00e3o para todas as associadas, qualquer espele\u00f3logo que receba forma\u00e7\u00e3o de N\u00edvel II para poder participar em atividades de grupo, tem como uma das miss\u00f5es, se assim lhe podemos chamar, a preserva\u00e7\u00e3o da cavidade em explora\u00e7\u00e3o. Se bem que por vezes h\u00e1 zonas em que \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o pisar minimamente, a regra \u00e9 pisar apenas o mesmo local.<br \/>\nEm zonas novas em que o ch\u00e3o \u00e9 calc\u00edtico, por norma retiramos o cal\u00e7ado e roupa exterior, como demonstra a Figura 6.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img6.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 6 - Zona das Salas Suspensas (zona nova) (Foto: Vitor Toucinho - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTU5NzcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWc2LmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/img6-r9222h2jif833rofxx9xs6aea8ptqx3dflqtayzfqs.jpg\" title=\"Figura 6 &#8211; Zona das Salas Suspensas (zona nova) (Foto: Vitor Toucinho &#8211; GEM)\" alt=\"Figura 6 - Zona das Salas Suspensas (zona nova) (Foto: Vitor Toucinho - GEM)\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 6 - Zona das Salas Suspensas (zona nova) (Foto: Vitor Toucinho - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><strong>Topografia do Algar da Marradinha II<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>Olhando para a topografia existente e conhecendo a cavidade, coloc\u00e1mos m\u00e3os a obra pois muito havia por fazer. Isto, aten\u00e7\u00e3o, sem desvalorizar o trabalho topogr\u00e1fico conhecido por todos (imagens em baixo). Pois na \u00e9poca que foi feito, pelo grupo Sub Terra de F. Canais e J. Fernandes (penso que entre outros) sendo publicada no livro \"Lapas e Algares da Serra de Santo Ant\u00f3nio\", com os equipamentos que usavam fizeram um trabalho fant\u00e1stico.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_p_Marradinhas-2.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 7a - Planta do Algar da Marradinha II (grupo Subterra)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTUwODUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzExXC9Ub3BvZ3JhZmlhX3NhY19wX01hcnJhZGluaGFzLTIuanBnIn0%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"658\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_p_Marradinhas-2.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_p_Marradinhas-2.jpg 1024w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_p_Marradinhas-2-280x180.jpg 280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 7a - Planta do Algar da Marradinha II (grupo Subterra)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_c_Marradinhas-2.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 7b - Perfil desdobrado do Algar da Marradinha II (grupo Subterra)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTUwODQsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzExXC9Ub3BvZ3JhZmlhX3NhY19jX01hcnJhZGluaGFzLTIuanBnIn0%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"659\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_c_Marradinhas-2.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_c_Marradinhas-2.jpg 1024w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Topografia_sac_c_Marradinhas-2-280x180.jpg 280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 7b - Perfil desdobrado do Algar da Marradinha II (grupo Subterra)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tA topografia do Algar da Marradinha II foi efetuada com equipamento 100% digital, um medidor a laser com b\u00fassola incorporada (Disto X310 da Leica) em conjunto com um P.D.A.\u00a0Para elaborarmos a nova topografia foram realizadas 10 sa\u00eddas, sendo efetuadas 302 esta\u00e7\u00f5es topogr\u00e1ficas. Ao todo foi feita uma poligonal com 1071m, sendo o seu maior desn\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 entrada de 73m. Muito trabalho onde tamb\u00e9m acrescent\u00e1mos um pouco mais ao conhecimento do algar.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-05-14-at-21.34.30.jpeg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 8 - Zona da Sala dos Cristais, trabalho topografico (Foto: Rui Ferreira - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTUwOTcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzExXC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIyLTA1LTE0LWF0LTIxLjM0LjMwLmpwZWcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"2048\" height=\"1536\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-05-14-at-21.34.30.jpeg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 8 - Zona da Sala dos Cristais, trabalho topografico (Foto: Rui Ferreira - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tMuitas horas de trabalho de \"laborat\u00f3rio\" e eis uma nova topografia, com zonas j\u00e1 conhecidas que n\u00e3o faziam parte da topografia existente e uma nova zona. \u00a0A topografia foi projetada para folha A3 (planta e perfil), pois a cavidade \u00e9 muito rica, percebendo-se assim melhor o detalhe. \t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1VDrrGR7Y10XaFM2aO34jiBwb9_avm0IW\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1190\" height=\"841\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Algar-da-Marradinha-II-Planta.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 9a - Planta do Algar da Marradinha II<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1dbY70ngDAddIdGSZrDSxV12Bxl8ohapN\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1190\" height=\"841\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Algar-da-Marradinha-II-Perfil-desdobrado.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 9b - Perfil desdobrado do Algar da Marradinha II<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><strong>Geologia do Algar da Marradinha II<\/strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Enquadramento<\/strong><\/p>\n<p>O Algar da Marradinha II desenvolve-se na forma\u00e7\u00e3o dos Calc\u00e1rios Biocl\u00e1sticos do Coda\u00e7al do andar Batoniano do per\u00edodo Jur\u00e1ssico. As camadas localmente s\u00e3o subhorizontais apesar de, segundo a Folha 27-A da Carta Geol\u00f3gica de Portugal \u00e0 escala 1:50000, (Manupella, et al 2000), essas camadas terem uma atitude aproximada SW-NE com uma inclina\u00e7\u00e3o de 10\u00ba para SE.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img12.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 10 - Zona da Sala Grande (Foto: Dayara Jesus - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMDUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxMi5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/img12-r9222jw22xc47krmsa3k1sbs6jv6rrzx81cmcotqxs.jpg\" title=\"Figura 10 &#8211; Zona da Sala Grande (Foto: Dayara Jesus &#8211; GEM)\" alt=\"Figura 10 - Zona da Sala Grande (Foto: Dayara Jesus - GEM)\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 10 - Zona da Sala Grande (Foto: Dayara Jesus - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img13.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 11 - Zona entre Sala dos Cristais e Galerias Tubiformes (Foto: Teresa Cardoso - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMDYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxMy5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/img13-r9222jw22xc47krmsa3k1sbs6jv6rrzx81cmcotqxs.jpg\" title=\"Figura 11 &#8211; Zona entre Sala dos Cristais e Galerias Tubiformes (Foto: Teresa Cardoso &#8211; GEM)\" alt=\"Figura 11 - Zona entre Sala dos Cristais e Galerias Tubiformes (Foto: Teresa Cardoso - GEM)\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 11 - Zona entre Sala dos Cristais e Galerias Tubiformes (Foto: Teresa Cardoso - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Controlo estrutural<\/strong><\/p>\n<p>O desenvolvimento lateral da cavidade \u00e9 sobretudo E-W com alguns ramos de dire\u00e7\u00e3o aproximada SW-NE, sem aparente rela\u00e7\u00e3o com a atitude das camadas, sugerindo um controlo da cavidade preferencialmente por fraturas.<\/p>\n<p><strong>Sedimentos<\/strong><\/p>\n<p>A gruta apresenta-se fortemente sedimentada com abundante cortejo litoqu\u00edmico (estalactites, estalagmites, colunas, gours, mantos estalagm\u00edticos) bem como sedimentos detr\u00edticos com destaque para as argilas abaixo dos 40m de profundidade. A cavidade apresenta muitos blocos, grande parte deles j\u00e1 cobertos por concre\u00e7\u00f5es, resultante do abatimento dos tetos e paredes.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img14.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 12 - Zona do po\u00e7o -49, fortemente sedimentada (Foto: Paulo Lopes - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMDgsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxNC5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"750\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img14.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 12 - Zona do po\u00e7o -49, fortemente sedimentada (Foto: Paulo Lopes - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img15.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 13 - Zona de entrada com marmita de tecto (Foto: Rui Ferreira - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMDksInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxNS5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"750\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img15.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 13 - Zona de entrada com marmita de tecto (Foto: Rui Ferreira - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t<strong>G\u00e9nese<\/strong><br \/>\nA cavidade apresenta c\u00fapulas e vagas de eros\u00e3o indicando uma origem da gruta em zona fre\u00e1tica segundo a defini\u00e7\u00e3o de B\u00f6gli, 1980. A cavidade ter-se-\u00e1 formado na zona fre\u00e1tica do carso tendo posteriormente passado para a zona vadosa inativa, segundo a defini\u00e7\u00e3o do autor anterior. A gruta apresenta-se atualmente no estado senil (B\u00f6gli, 1980).<br \/>\nUma an\u00e1lise do perfil da gruta revela que as galerias se prolongam de modo grosseiro entre os 5m e 55m de profundidade, a que corresponde uma cota entre os 243m e 193m. O po\u00e7o que sai da Galeria das Palhinhas e se prolonga at\u00e9 aos 73m de profundidade \u00e9 a zona mais profunda da gruta, representando possivelmente um testemunho da descida do n\u00edvel de base local, com as \u00e1guas que circulavam na gruta a abrirem um po\u00e7o que lhes permitisse aceder a maior profundidade. A cota no fundo deste po\u00e7o \u00e9 de 175m.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img16.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 14 - Po\u00e7o final (Foto: Jos\u00e9 Ribeiro - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMTQsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxNi5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"563\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img16.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 14 - Po\u00e7o final (Foto: Jos\u00e9 Ribeiro - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img17.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 15 - Base do po\u00e7o final (Foto: Jos\u00e9 Ribeiro - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMTUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxNy5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"563\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img17.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 15 - Base do po\u00e7o final (Foto: Jos\u00e9 Ribeiro - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tO n\u00edvel de \u00e1gua subterr\u00e2nea que permitiu a forma\u00e7\u00e3o do Algar Marradinhas II, bem como do Algar do Z\u00e9 do Braga, Algar das Couves e Algar dos Lat\u00f5es situadas mais a SW e Algar das Cotovias a SE, estaria a uma cota entre aproximadamente os 250m e 190m (ser\u00e1 natural ter apresentado varia\u00e7\u00f5es sazonais). As v\u00e1rias grutas fariam parte de um antigo coletor que ter-se-\u00e1 formado quando o n\u00edvel de base estava mais elevado que o atua. Com a descida do n\u00edvel de base ou subida tect\u00f3nica dos terrenos o coletor foi abandonado pela circula\u00e7\u00e3o de \u00e1guas. Com a perda de sustenta\u00e7\u00e3o ter\u00e3o ocorrido abatimentos que seccionaram o coletor, com posterior cobertura por concre\u00e7\u00f5es disfar\u00e7ando a origem da cavidade. Com base na cota do fundo do po\u00e7o da Galeria da Palhinha o novo n\u00edvel de circula\u00e7\u00e3o de \u00e1guas subterr\u00e2neas estaria a uma cota inferior a 175m. Curiosamente o Cov\u00e3o do Feto, depress\u00e3o situado a Este do corredor onde se situam estas grutas, desenvolve-se entre os 190m e os 147m, n\u00e3o sendo de excluir uma rela\u00e7\u00e3o entre o Cov\u00e3o do Feto e estas grutas.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img18.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 16 - Zona do Meandro Esquecido, tecto (Foto: Rui Ferreira - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMjUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxOC5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/img18-r9222e91fgp9sbhoivnq11ewl91nm5642lj052on42.jpg\" title=\"Figura 16 &#8211; Zona do Meandro Esquecido, tecto (Foto: Rui Ferreira &#8211; GEM)\" alt=\"Figura 16 - Zona do Meandro Esquecido, tecto (Foto: Rui Ferreira - GEM)\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 16 - Zona do Meandro Esquecido, tecto (Foto: Rui Ferreira - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t<strong>Conclus\u00e3o<\/strong><br \/>\n\u00c9 de facto um algar fant\u00e1stico, qualquer espeleologo com forma\u00e7\u00e3o, na sua exist\u00eancia, devia conhecer uma cavidade de tal beleza e com tanto para ensinar e em diversas \u00e1reas cient\u00edficas. Por exemplo, o algar est\u00e1 cheio de vida de diversas formas e em v\u00e1rios locais.<br \/>\nAo topografarmos, verific\u00e1mos as v\u00e1rias aberturas que nos v\u00e3o aparecendo para que a topografia fique o mais completa poss\u00edvel. H\u00e1 muito que conhec\u00edamos aquela janela l\u00e1 em cima, quando se desce o po\u00e7o de 17m por detr\u00e1s da pequena sala de entrada. Ouvimos n\u00e3o poucas vezes \"j\u00e1 l\u00e1 se foi\" e \"aquilo n\u00e3o tem nada\". Bom, deu trabalho a equipagem daquela parede, mas l\u00e1 fomos e valeu a pena!!!<br \/>\nAcrescent\u00e1mos conhecimento a quem participou e \u00e0 pr\u00f3pria cavidade. Ali\u00e1s, cada vez mais um espele\u00f3logo formado deve ser visto pelas entidades deste pa\u00eds como uma \"alavanca\" para diversas \u00e1reas no que diz respeito \u00e0 natureza cavern\u00edcola, se n\u00e3o corremos o risco da perca de conhecimento e at\u00e9 de futuras gera\u00e7\u00f5es de espele\u00f3logos.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img19.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 17 - Entrada para as Salas Suspensas (Foto: Vitor Toucinho - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMjYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcxOS5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"750\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img19.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 17 - Entrada para as Salas Suspensas (Foto: Vitor Toucinho - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/galeria-de-fotos\/?sgdg-path-679ca81b=1bG5Lc89Fse1-YdkuKd51PtPAjWe9pUDV\">Veja aqui algumas fotos do Algar da Marradinha II por Dayara (GEM), Marco Matias (GEM), Paulo Lopes (GEM), Rui Ferreira (GEM), Teresa Cardoso (GEM) e VitorT (GEM)<\/a><a href=\"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/galeria-de-fotos\/?sgdg-path-679ca81b=1dgjlSz0d-suMxDo3bPd7EzkwU-VFa24K\">Veja aqui algumas fotos da sala suspensa do Algar da Marradinha II por VitorT (GEM)<\/a><\/p>\n<p>Algar dos Lat\u00f5es<\/p>\n<p>Este fica mesmo ali ao lado do local onde por norma estacionamos os carros. J\u00e1 estava referenciado e existe uma topografia publicada no livro \"Lapas e Algares da Serra de Santo Ant\u00f3nio\". A entrada \u00e9 muito bonita com bastante vegeta\u00e7\u00e3o aut\u00f3ctone com real destaque para os medronheiros.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img20.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 18 - Entrada do Algar dos Lat\u00f5es (Foto: Paulo Lopes - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMzEsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcyMC5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img20.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 18 - Entrada do Algar dos Lat\u00f5es (Foto: Paulo Lopes - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t\u00c9 um algar com muita vida, principalmente no cone de deje\u00e7\u00e3o na base do po\u00e7o de entrada, onde abundam as salamandras, sapos e at\u00e9 os trit\u00f5es.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img21.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 19 - Zona envolvente com jovens espele\u00f3logos (Foto: V\u00edtor Amendoeira - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwMzIsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcyMS5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"472\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img21.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 19 - Zona envolvente com jovens espele\u00f3logos (Foto: V\u00edtor Amendoeira - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Algar-dos-Latoes.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Algar dos Lat\u00f5es\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTUwMTgsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEwXC9BbGdhci1kb3MtTGF0b2VzLmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/Algar-dos-Latoes-r9221dlbjdqiy90fj4374hpjntszcmx5hn0kvd5p6u.jpg\" title=\"Algar dos Lat\u00f5es\" alt=\"Figura 1 \u2013 Algar dos Lat\u00f5es, lixo retirado e trazido para a superf\u00edcie\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 20 - Parte do \"ferro velho\" que ali se encontrava (Foto: Paulo Lopes - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tO Algar dos Lat\u00f5es agora j\u00e1 n\u00e3o tem lat\u00f5es pois no in\u00edcio dos trabalhos neste pequeno algar foi f\u00e1cil perceber a quantidade de \"ferro velho\" que ali se encontrava, fruto de outros tempos e de outras mentalidades, acreditamos n\u00f3s.&nbsp;Assim, coloc\u00e1mos m\u00e3os \u00e0 obra e com o apoio da C\u00e2mara Municipal de Alcanena e dos Bombeiros Volunt\u00e1rios de Minde, a quem desde j\u00e1 enviamos o nosso muito obrigado, limp\u00e1mos este algar dos seus lat\u00f5es.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-04-30-at-18.28.01.jpeg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"WhatsApp-Image-2022-04-30-at-18.28.01\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTUzNjcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzExXC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIyLTA0LTMwLWF0LTE4LjI4LjAxLmpwZWcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"478\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-04-30-at-18.28.01.jpeg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 21 - Parte da equipa e do \"ferro velho\", j\u00e1 c\u00e1 fora (Foto: Marta Borges - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><strong>Topografia do Algar dos Lat\u00f5es<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>A topografia deste algar foi efetuada com os mesmos equipamentos do Algar da Marradinha II, apenas atualiz\u00e1mos o Topodroid no P.D.A. para a sua vers\u00e3o mais recente.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Algar-dos-Latoes-Planta.pdf\" target=\"_blank\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1169\" height=\"826\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Algar-dos-Latoes-Planta1.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Algar-dos-Latoes-Planta1.jpg 1169w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Algar-dos-Latoes-Planta1-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 1169px) 100vw, 1169px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 22a - Planta do Algar dos Lat\u00f5es (em formato pdf)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Algar-dos-Latoes-Perfil-desdobrado.pdf\" target=\"_blank\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"841\" height=\"595\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Algar-dos-Latoes-Perfil-desdobrado.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Algar-dos-Latoes-Perfil-desdobrado.jpg 841w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Algar-dos-Latoes-Perfil-desdobrado-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 841px) 100vw, 841px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 22b - Perfil desdobrado do Algar dos Lat\u00f5es (em formato pdf)<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/F.E.Algar-dos-Latoes.pdf\" target=\"_blank\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"841\" height=\"595\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/F.E.Algar-dos-Latoes.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/F.E.Algar-dos-Latoes.jpg 841w, https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/F.E.Algar-dos-Latoes-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 841px) 100vw, 841px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 22c - Ficha de equipagem do Algar dos Lat\u00f5es (em formato pdf)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\tNo decorrer dos trabalhos decidimos, e bem, fazer o levantamento 3D deste algar, como muito se tem visto por esse mundo fora e consideramos que j\u00e1 \u00e9 o \"presente\" no desenho em caverna.\u00a0 O trabalho foi efetuado por Vitor Toucinho (GEM) e Ana Pita (GEM), usando o sensor LiDAR de um iPhone 12 Pro Max com a app Polycam para captura do mapeamento e textura da cavidade, e com p\u00f3s-processamento feito com o software Blender. O resultado foi um modelo 3D do algar com grande resolu\u00e7\u00e3o que nos permite obter todas as\u00a0medi\u00e7\u00f5es com bastante precis\u00e3o, como se pode ver nas figuras seguintes.\u00a0 O pr\u00f3ximo passo ser\u00e1 disponibilizarmos uma visita virtual a este algar com base no modelo 3D criado.\t\t<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Algar-dos-Latoes-Planta-3D.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 23a - Algar dos Lat\u00f5es - Planta 3D\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYxNzUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9BbGdhci1kb3MtTGF0b2VzLVBsYW50YS0zRC5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1500\" height=\"1165\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Algar-dos-Latoes-Planta-3D.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 23a - Algar dos Lat\u00f5es - Planta 3D<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Algar-dos-Latoes-Perfil-3D.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 23b - Algar dos Lat\u00f5es - Perfil 3D\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYxNzIsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9BbGdhci1kb3MtTGF0b2VzLVBlcmZpbC0zRC5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"602\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Algar-dos-Latoes-Perfil-3D.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 23b - Algar dos Lat\u00f5es - Perfil 3D<\/figcaption><\/figure>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/3d-1.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 24 - Detalhe do caos de blocos na base do algar (imagem do modelo 3D)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYxNzYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC8zZC0xLmpwZyJ9\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"711\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/3d-1.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 24 - Detalhe do caos de blocos na base do algar (imagem do modelo 3D)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Geologia do Algar dos Lat\u00f5es<\/strong><br \/>\nO Algar dos Lat\u00f5es desenvolve-se nas forma\u00e7\u00e3o dos Calc\u00e1rios Biocl\u00e1sticos do Coda\u00e7al do andar Batoniano do per\u00edodo Jur\u00e1ssico. As camadas localmente s\u00e3o subhorizontais. A gruta \u00e9 controlada por uma fratura de atitude aproximada N40E\/Subvertical, ao longo da qual se abre a entrada da gruta. A cavidade apresenta fortes abatimentos, com os blocos que ca\u00edram do teto e paredes a cobrirem a maior parte do ch\u00e3o.<br \/>\nA cavidade ter-se-\u00e1 formado na zona fre\u00e1tica do carso, segundo a defini\u00e7\u00e3o de B\u00f6gli, 1980, tendo posteriormente passado para a zona vadosa inativa, segundo a defini\u00e7\u00e3o do mesmo autor. A atividade n\u00e3o apresenta qualquer sinal de circula\u00e7\u00e3o atual de \u00e1gua.O Algar dos Lat\u00f5es ter\u00e1 feito parte junto com as cavidades pr\u00f3ximas (Algar da Marradinha II, Algar das Couves, Algar do Z\u00e9 de Braga e Algar das Cotovias) de um antigo coletor. Este ter-se-\u00e1 formado quando o n\u00edvel de base estaria mais elevado que o atual. Com a descida do n\u00edvel de base ou subida tect\u00f3nica dos terrenos o coletor foi abandonado pela circula\u00e7\u00e3o de \u00e1guas e com as perdas de sustenta\u00e7\u00e3o ter\u00e3o ocorrido abatimentos que seccionaram o coletor, com posterior cobertura por concre\u00e7\u00f5es disfar\u00e7ando a origem da cavidade.\u00a0<strong>Conclus\u00e3o<\/strong>\u00a0\u00c9 interessante o Algar dos Lat\u00f5es, com muita vida e agora sem lixo.\u00a0<\/p>\n<p>Mais uma vez se verificou que uma boa parceria entre as autoridades locais e os espele\u00f3logos \u00e9 bem melhor num plano de conserva\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o deste rico patrim\u00f3nio.<\/p>\n<p>Obrigado.<\/p>\n<figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/img24.jpg\" data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-title=\"Figura 25 - Entrada do Algar dos Lat\u00f5es, vista do seu interior (Foto: Paulo Lopes - GEM)\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTYwNDEsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9nZW0ucHRcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjJcLzEyXC9pbWcyNC5qcGcifQ%3D%3D\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/gem.pt\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/img24-r9222e90xx441mboj6bkd9u0fbevundxwiosgjsmgc.jpg\" title=\"Figura 25 &#8211; Entrada do Algar dos Lat\u00f5es, vista do seu interior (Foto: Paulo Lopes &#8211; GEM)\" alt=\"Figura 25 - Entrada do Algar dos Lat\u00f5es, vista do seu interior (Foto: Paulo Lopes - GEM)\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a><figcaption>Figura 25 - Entrada do Algar dos Lat\u00f5es, vista do seu interior (Foto: Paulo Lopes - GEM)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\t\t<a href=\"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/galeria-de-fotos\/?sgdg-path-679ca81b=1aL8p8XxCyPhFQKRJapIpVyHyD8SXxk3E\">Veja aqui algumas fotos do Algar dos Lat\u00f5es por Marco Matias (GEM), Marta Borges (GEM), Paulo Lopes (GEM), Raquel Lavado (GEM) e Vitor Amendoeira (GEM)<\/a><\/p>\n<p>Bibliography<\/p>\n<ul style=\"margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; padding-right: 0.3em; padding-left: 2em; clear: both;\">\n<li>B\u00f6gli, A. (1980), Karst Hydrology and Physical Speleology, Springer-Verlag, Berlin Heildelberg New York.<\/li>\n<li style=\"line-height: 26.6px;\">Manupella, G., Telles Antunes, M., Costa Almeida, C.A., Azer\u00eado, A.C., Barbosa, B., Cardoso, J.L., Crispim, J.A., Duarte, L.V., Henriques, M.H., Martins, L.T., Ramalho, M.M.; Santos, V.F.; Terrinha. P.; (2000). Carta Geol\u00f3gica de Portugal \u2013 Vila Nova de Our\u00e9m, Folha 27-A, \u00e0 escala 1:50.000, e Nota Explicativa, Instituto Geol\u00f3gico e Mineiro, Lisboa.<\/li>\n<li style=\"line-height: 26.6px;\">Ribeiro, Jos\u00e9\u00a01, Rodrigues, Paulo\u00a01,2,(2022) Projeto Corredor Vale da Trave - Moitas Venda, <a href=\"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/publicacoes\/artigos-carso-e-endocarso\/projeto-corredor-vale-da-trave-moitas-venda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" data-rich-text-format-boundary=\"true\">https:\/\/gem.pt\/1\/publicacoes\/artigos-carso-e-endocarso\/projeto-corredor-vale-da-trave-moitas-venda\/<\/a><\/li>\n<li style=\"line-height: 26.6px;\">Rodrigues, P. Algar do Z\u00e9 do Braga- Alguns apontamentos de geologia <a href=\"https:\/\/nalga.wordpress.com\/2019\/06\/15\/algar-do-ze-do-braga-alguns-apontamentos-de-geologia\/\">https:\/\/nalga.wordpress.com\/2019\/06\/15\/algar-do-ze-do-braga-alguns-apontamentos-de-geologia\/<\/a><\/li>\n<li style=\"line-height: 26.6px;\">Rodrigues, P, (2017) Revista Meandro, n\u00ba3, Alguns apontamentos de geologia sobre o Algar das Cotovias, pp 42 a 52.<\/li>\n<li>Canais, F. &amp; Fernandes, J. 1999. Lapas e Algares da Serra de Santo Ant\u00f3nio. Subterra Grupo de Espeleologia. Torres Novas.<\/li>\n<\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto Corredor Vale da Trave &#8211; Moitas Venda &#8211; Parte II 17 de Dezembro de 2022 Ribeiro, Jos\u00e9\u00a01, Rodrigues, Paulo\u00a01,2,3 Grupo de Espeleologia e Montanhismo, Rua General Pereira de E\u00e7a, n\u00ba30, 2380-075 Alcanena N\u00facleo dos Amigos das Lapas Grutas e Algares\u00a0 Comiss\u00e3o Cient\u00edfica da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Espeleologia,Estrada Calhariz de Benfica, 187, 1500-124 Lisboa\u00a0 Email [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":1574,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-15964","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/15964","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15964"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/15964\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1574"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gem.pt\/1\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15964"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}